domingo, 31 de março de 2013

CAMINHOS DA HISTÓRIA


Foi apenas há 75 anos... Em 1938 a Europa assistia, ao som dos discursos anti-semitas nacionalistas e nazis, ao incêndio e destruição de sinagogas. Contra os ventos dominantes e não obstante as perseguições da ditadura salazarista, no iníci...Ver mais
Em 1938 a Europa assistia, ao som dos discursos anti-semitas nacionalistas e nazis, ao incêndio e destruição de sinagogas. Contra os ventos dominantes e não obstante as perseguições da ditadura salazarista, no início desse ano, no Porto, era inaugurada a maior sinagoga da Península Ibérica e uma das maiores da Europa. Como é que tal foi possível? Qual o protagonismo dos "marranos" na comunidade israelita da cidade? Qual o papel desta comunidade e desta sinagoga no apoio aos refugiados judeus que então procuravam desesperadamente alcançar o nosso país? São estes, e outros, os temas centrais do próximo episódio da série "Caminhos da História" a ser transmitido, excepcionalmente, 29 março (6ª) às 23h00; 30 março (sáb.); e 31 março (dom.) às 18h00. No fim de semana da Páscoa. Relembrando que as origens desta festividade são judaicas. No Porto Canal.
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Foto: Em 1938 a Europa assistia, ao som dos discursos anti-semitas nacionalistas e nazis, ao incêndio e destruição de sinagogas. Contra os ventos dominantes e não obstante as perseguições da ditadura salazarista, no início desse ano, no Porto, era inaugurada a maior sinagoga da Península Ibérica e uma das maiores da Europa. Como é que tal foi possível? Qual o protagonismo dos "marranos" na comunidade israelita da cidade? Qual o papel desta comunidade e desta sinagoga no apoio aos refugiados judeus que então procuravam desesperadamente alcançar o nosso país? São estes, e outros, os temas centrais do próximo episódio da série "Caminhos da História" a ser transmitido, excepcionalmente, 29 março (6ª) às 23h00; 30 março (sáb.); e 31 março (dom.) às 18h00. No fim de semana da Páscoa. Relembrando que as origens desta festividade são judaicas. No Porto Canal.
SINAGOGA


Os judeus no Porto

sexta-feira, 29 de março de 2013

Aldeia de Sambade quer ajudar a criar rota dos judeus em Trás-os-Montes

A aldeia de Sambade, em Alfândega da Fé, quer contribuir para a criação da rota dos Judeus em Trás-os-Montes e dinamizar o turismo cultural e religioso com o legado da comunidade judaica que ali viveu há 400 anos.
O ponto de partida para esse trabalho é o livro «os Marranos de Trás-os-Montes: judeus novos na diáspora: o caso de Sambade», que será apresentado, no sábado, na localidade transmontana, como contou hoje à Lusa a presidente da Câmara de Alfândega da Fé, Berta Nunes.
O município apoia os projetos da maior aldeia do concelho que, de acordo com a investigação que deu origem ao livro, albergava, no século XVII, «uma laboriosa comunidade de cristãos-novos que tornavam florescente a indústria de tecidos de linho, lã e seda, comunidade que foi desmantelada pela Inquisição em uma verdadeira operação de limpeza étnica».
Diário Digital / Lusa